terça-feira, 4 de janeiro de 2011 Y 08:52

Eu quando criança costumava sonhar com muitas coisas, alguns sonhos doces ou apenas sonhos e muitos pesadelos, alguns bem bobos, mas esses são os que eu menos me lembro.
Agora os meus pesadelos mais sérios coloquem assim, deles eu me lembro bem, o medo de morrer, o medo de não ter mais os meus pais, mas na minha inocência o pesadelo que mais me assombrou foi o medo de não amar nunca.
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Agora eu Endymion no estado que me encontro, nem vivo nem morto, vejo tal pesadelo se realizar, antes ter a dor de morrer, eu sonhava que o amor nunca morreria. Ah antes era jovem e não temia nada, agora eu temo pela minha ânsia de sangue, como um lobo voraz eu saio à noite em busca de minhas pressas, em busca de sonhos alheios para consumir minha sede de realizar em vão tal utopia.
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Pretendo tomar até a última gota do sangue desses amantes na esperança de conseguir lhes roubar esse sentimento. Talvez eu tenha ainda um sonho que minha vida seja diferente do inferno que hoje eu vivo, mas minha vida matou o sonho que eu sonhei.


quarta-feira, 7 de julho de 2010 Y 12:23

Sinceridade
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Sabe que determinados momentos em nossa vida são necessários, a reflexão interna é útil a partir do momento que você está confuso sobre a pessoa mais importante, você mesmo. Não digo que nós somos os mais importantes por uma razão fútil e mesquinha, afirmo isso, porém por que nós só podemos operar uma mudança positiva por meio de ações se agimos de maneira correta, é como um juiz que julga como poderia ele estar apto a julgar estar certo ou errado tal homem se seus atos são corruptíveis.
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Enfim ao olhar o espelho Endymion, percebeu que sua pele fria aonde não corria mais o seu fluido de vida faz tempo, estava igual, conforme os anos passaram o seu corpo não sentia mais a influencia de Kronos. Mas naquele momento único onde ele conseguiu se olhar no espelho, a sua memória humana voltou à tona, havia se lembrando como era sua pele, seus poros, espinhas e cravos, como seu rosto era feio. Como seus olhos nos últimos dias de vida mortal estavam fundos e negros, olheiras enormes. Após tentativas pessoais falhas de melhorar ele só piorava seu rosto, já que nosso querido protagonista considerava o rosto, o ápice da beleza dos de sua ex-espécie, o corpo ao contrário do que todos valorizavam ficava em segundo plano, era assim após sua transformação sempre suas vítimas tinham uma beleza incomparável de rosto, incomparável.
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Voltando as memórias de Endymion, e ao seu rosto humano feio, ele havia percebido que em toda sua existência humana ele nunca havia sido sincero consigo mesmo, sempre cercado por teias de mentiras, algumas criadas por quem estava a sua volta, mas a maioria criada por ele mesmo, mentiras que nós classificaríamos como brancas que não agrediam pessoa alguma a não ser seu próprio autor, ahh como essas mentirinhas o destruíam por dentro.
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Uma lagrima começava a escorrer do seu rosto quente, sim o que ele mais desejava era poder de fato ser sincero com alguém contar seus temores, medos a sua imensa insatisfação a cerca de sua vida, inúmeras vezes ele já havia pensado, refletido em alguém para ser seu confidente, mas ninguém vinha à memória. Já era tempo de ser sincero pelo menos consigo mesmo. Se lembrar da verdade.
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A verdade era que ele nunca havia de fato amado alguém, nunca havia beijado alguém, nunca havia tido aquela primeira namorada pela qual se apaixono perdidamente, a verdade era q seu apetite sexual era constantemente reprimido pela sua moral, ou melhor, pela moral ética a sua volta, se ele gostava de segui-la é digamos que sim, mas era uma luta constante em seu interior que a cada dia ele parecia mais distante da verdade tão sonhada procurada. E que ao conhecer quem a trouxe novamente à tona tais sentimentos fora um estorvo em sua vida, uma abençoada maldição, de fato ele não reprimia mais para si mesmo o que ele amava, mas ainda havia a sua volta pessoas que nunca iriam entender, ou melhor, ele nunca entenderia o porquê de ele não poder ser daquele modo, afinal aquilo que ele mais amava condenava tais atos, o que fazer quando você de fato se sente mais feliz só que aquilo que te da mais forças não apóia tal atitude, isso se trata de vida eterna leitores.
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Um soco naquele momento de reflexão quebrara o espelho em que o frio Endymion se olhava profundamente.
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Antes de ter virado um dos Belatucadrus, ele nunca havia tido nenhuma experiência real de amor, atração, nunca havia sentido o calor humano na sua pele, não falo de erotismos, falo de um beijo. O único sonho de romance que em sua vida toda teve foi de um beijo suave em seu pescoço subindo a sua orelha e chegando a seus lábios.
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Novamente ele sentia raiva, pois havia se tornado um dos imortais frios, do que vale a um anjo caído ter a vida eterna tão almejada por fiéis, quando ela não passa de um vazio, se pelo menos, pelo menos ele houve-se sentido uma vez a dor de ser amado, mas não, o transformaram naquilo, um ser condenado a viver sem emoções humanas, abusando não importava de que maneira dos outros para tentar em vão saciar sua sede por felicidade, não havia inferno maior no que aquele, inferno muito maior é esse do que conta a escritura sagrada, isso é se existi-se inferno porque toda sua vida havia sido de provações.
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Endymion havia deixado para traz todo aquele viver humano, para se tornar uma figura bestial. Seu rosto pálido e branco como a neve sem nenhuma marca de expressão, nenhuma ruga, liso como a seda com suas sobrancelhas e cabelos loiros e olhos azuis, o perfeito ser almejado por todos, mas do que vale ser hoje belo? Do que vale ser belo, em um mundo onde você além de se tornar intocável, não pode tanger as coisas que você deixou para traz e há quem diga que se tornar um dos caídos seja algo que eles mais desejam na vida, se eles soubessem a dor, porque a dor de verdade é inimaginável para um ser humano.
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Passos largos são dados em direção a porta, suavemente da maneira mais angelical ele a abre. Seus olhos estão escuros, bem escuros, a garganta está seca, bem seca.
O coração não está pulsando o desespero está tomando conta, melhor para por aqui e ir se alimentar logo, até mais ver caro amigo.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 Y 13:24



Y 13:16

And after all, is been a cold Friday night, alone we die alone.

Anyone knows that story of a girl who dream ? Where's the girl now?
I can't see her in your face, I can't see her inside your soul, and we are lost in the time.
A Pray that pass could come back, just one more time, to remember your love.

And after all, is been a cold Friday night, alone we die alone.

In that windows I saw for the last time the skyheaven, where are the good times now ? They’re gone, gone to hell.

Please Virgile help me in that journey throw the hell, I want to find my Beatrix once again.
I am lost in her love, and I can't back again, like Dante I am scary about her destiny, how long you will thinks is strong alone my love?

And after all, is been a cold Friday night, alone we die alone.

And after all, is been a cold Friday night, alone we die alone.
But I want another destiny, I want you by me side; want your touch off skin, your sweets kisses, not just a memory of how life could be better.

And after all, I will run to catch you from the hands of Lucifer, and stay with you for all the time that GOD gives for all love.


Inspirado nos poemas da divina comédia




sábado, 26 de dezembro de 2009 Y 20:39

Porta de saída.
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No principio, era uma porta qualquer, escarlate, vermelho rubro, com uma maçaneta negra lapidadas com detalhes artesanais de arabescos. Na porta havia rosas sutis, com a inscrição ‘DIX’ em seu centro, eram sete delas. E no Centro da porta dentro de ornamentos retangulares uma inscrição:
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“Veja ainda debaixo do sol que não é dos ligeiros o prêmio, nem dos valentes, a vitória, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes, o falar: Porém tudo depende do tempo e do acaso. Pois o Homem não sabe sua hora. As palavras dos sábios, ouvidas em silêncio, valem mais do que os gritos de quem governa entre tolos.”
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E assim, permanecia a porta imóvel, submissa, sempre no canto esquerdo da parede, em qualquer lugar, ela sempre estava ali, fechada murmurando baixinho para abri-la, a qualquer mortal miserável.
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O que haveria de haver dentro dela? Não há ninguém vivo na terra ou morto debaixo dela que saiba. Não precisa esconder leitor que tem curiosidade, ou pelo menos está instigado a saber o que tem nesta porta para ser tão importante, na verdade é apenas uma porta como outra qualquer. Não se deixe enganar, todos mentem incessantemente! A verdade é apenas mais uma alegoria nas mãos das pessoas que vivem hoje.
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Voltando a porta, bom ela é uma porta que eu descreveria como racional aos nossos olhos, mas os belatucadrus sabem que quem entra é guiados pela emoção, um anjo torto desses que vive nas sombras que me disse, que desta porta apenas um saiu, mas isso não vem ao caso, onde estávamos? Ah sim, a porta, o fato marcante é que eu Endymion nunca a havia percebido, não que ela estive-se ali sempre, foram uma serie de conseqüências em minha vida que a trouxeram, eis a história.
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Os dias conformes foram passando eram os mesmo, as mesmas tarefas, os mesmos hábitos, as mesmas roupas sociais, as mesmas ruas a serem seguidas, o mesmo caminho a ser tomado, o mesmo prédio empresarial, o mesmo escritório sem janela, mal iluminado e fétido de futilidades, o mesmo serviço, as mesmas ninfas, os mesmos, os mesmos, os mesmos. O mesmo cotidiano, minha tragédia grega estava montada só faltava entrar no palanque e encenar.
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Sempre quis ter uma família, mas o negocio herdado sugava todo o meu tempo, a ironia é que hoje eu sugo o tempo dos outros. Com apenas 20 anos já havia me mudado da cidade do interior para ser chefe da multinacional em Paris, o sistema havia me consumido.
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Nunca havia pertencido a classe marginalizada da sociedade: o proletariado, antes tudo vinha em minha mão, mas como uma via de mão dupla que é a vida tudo foi pedido de volta com apenas um ato.
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Já me dava conta de minha palidez, não comia algo decente há dias, era difícil permanecer dormindo a noite, aos pouco a porta surgiu em minha vida, em minha rotina, sempre no canto esquerdo estava ela imóvel.
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O fato que narrarei a seguir não sei bem como aconteceu, em minha mente havia clarões intensos e dores alucinantes. Minha loucura devida à doença, ao trabalho a minha vida miserável, estava sendo incendiado pela cidade luz, como ardiam minhas emoções, minha mente era um reflexo da depressão daquele século. Resolvi por um fim nisso, testando minha fé.
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Friamente calculei que meu próximo passo seria o abismo eterno localizado na Praça Parvis.
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Porém, o destino que Kronos tece é geralmente interessante para não se dizer entediante. Mas dessa vez ele se superou em sua peripécia temporal.
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Comecei então a subir para me destino, sabia de cor todas as entradas e caminhos, fã de arquitetura e profissional da mesma, a catedral tinha sido meu excelente 10 no trabalho de conclusão da universidade. Quando cheguei a seu pico, me arrependi e hesitei em face da morte, não queria tecer aquele destino para mim, era loucura julgar minha vida ser desprezível, quando há pessoas logo abaixo do mediterrâneo morrendo de fome, enquanto me embriagava com os vinhos da luz. Porém, como se fosse costume tocar o sino a meia noite, a minha insanidade volto, as luzes haviam voltado minha mente estava ardendo pegando fogo. Na eminência de cair um ser divino veio ver que barulho estranho era aquele, mais bela que a alva com seus cabelos louros, e mais triste que um crepúsculo com seus lábios rosa e seus olhos vermelhos ela me trouxe a salvação puxando-me para dentro da porta. Mal sabia eu que aquela salvação era uma maldição.
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Naquela manhã havia na fachada da catedral um corpo. Aqui jaz Endymion Le Bowsier. Minha pele naquele chão sujo era branca como a neve, meus olhos refletiam o azul do céu e meus cabelos louros estavam manchados de hemácias e dentro de minhas veias já não corria mais o liquido viscoso, me perguntava há quanto tempo meu coração havia parado de bater. Meu pescoço estava latejando, ah há quanto tempo não me sentia vivo daquele jeito.
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Vivo como você, não mais. Naquela noite, recebi o beijo da vida eterna, já pertencia ao outro lado da porta, ao Belatucadrus.

Que se ascenda uma vela na catedral ao imortal.

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O conto, porta de saída foi feito na intenção de se fazer uma longa prosa usando como vampiros a figura dos Belatucadrus.


Y 20:23

Hi everbody,

Voltei quase que no final do mês, mas antes tarde do que nunca!

Tivemos o Natal, acho que a hipocrisia de ter a família reunida só no natal não cola, mas quando a família com um pouco mais de calma se reúne pra celebrar uns aos outros é sempre muito bom! Ainda mais quando ganhamos presentes!!!
Hoje dia 26, veio à família do meu avô por parte de pai, foi igualmente divertido, espero agora viajar passar o ano novo fora e o começo do ano viajando também.

Como prometi uma postagem por mês ai vai minha última postagem do ano.

Fazendo uma breve reflexão esse ano foi bem emocionante, conheci duas cantoras maravilhosas a Lady GaGa e a Susan Boyle, estou até agora apaixonado pela música das duas (e pelas roupas da gaga tmb). Na vida pessoal, apesar de ter sido um ano difícil de cursinho, valeu muito apena conheci pessoas maravilhosas too e que pretendo nunca perder o contato, também aprendi química e aprendi a gostar de química e amar física (só mat que ainda não desce)
Enfim, em 2010 Espero estar na faculdade e tocar minha vida

...ah sim no próximo post o texto pra fechar o ano.


terça-feira, 3 de novembro de 2009 Y 01:59

Hello folks,
Hoje foi um dia muito divertoso ! Me diverti muito, mais muito mesmo na casa da Suzana *_* não dava tanta risada assim fazia tempo, espero repetir isso mais vezes o/ e completar a seção musical XD. Aliás, hoje eu vi uma harpa e me entupi de sorvete = d
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Ai vai um texto que eu escrevi já faz um bom tempo, mas ele abre o que eu chamo de Cânticos da vida e morte, talvez quem sabe vire um livro um dia, enfim com vocês o texto.
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Cântico I
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A paródia do começa de uma vida e a destruição utópica
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Eu me lembro bem daquele dia, não estava muito frio pelo contrario, estava um mormaço o céu totalmente sem nuvens, havia uns quatro urubus formando uma elipse e cada vez iam descendo ao encontro daquele pequeno animal que havia falecido, diante de alguma situação, podia ter sido caçado e morto violentamente, pelo homem ou por algum animal mais animal do que aquele animal morto, ou apenas falecido de velhice, ou alguma doença, ou até mesmo de nada, sim morrer do nada acho que essa é a pior morte morrer de nada, do nada, de nada, sinceramente o artigo não importa o que importa é o NADA, NADA, morrer de/do nada, será que você pode me entender ?
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Por que nem mesmo eu me entendo, só sei que mais cedo ou mais tarde a minha vida que era o NADA acabaria assim com urubus formando uma elipse, na verdade os urubus já tinham aparecido faz tempo. Só eu que não os percebi, bicando minha carne...
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Até que minha carne foi perfurada por um deles e meu sangue se tornava novo, nada havia me dado uma nova vida, maldita vida, antes tive se morrido de nada, seria bem melhor para o mundo.