|
terça-feira, 3 de novembro de 2009 Y 01:59 Hello folks, Hoje foi um dia muito divertoso ! Me diverti muito, mais muito mesmo na casa da Suzana *_* não dava tanta risada assim fazia tempo, espero repetir isso mais vezes o/ e completar a seção musical XD. Aliás, hoje eu vi uma harpa e me entupi de sorvete = d . Ai vai um texto que eu escrevi já faz um bom tempo, mas ele abre o que eu chamo de Cânticos da vida e morte, talvez quem sabe vire um livro um dia, enfim com vocês o texto. . Cântico I . A paródia do começa de uma vida e a destruição utópica . Eu me lembro bem daquele dia, não estava muito frio pelo contrario, estava um mormaço o céu totalmente sem nuvens, havia uns quatro urubus formando uma elipse e cada vez iam descendo ao encontro daquele pequeno animal que havia falecido, diante de alguma situação, podia ter sido caçado e morto violentamente, pelo homem ou por algum animal mais animal do que aquele animal morto, ou apenas falecido de velhice, ou alguma doença, ou até mesmo de nada, sim morrer do nada acho que essa é a pior morte morrer de nada, do nada, de nada, sinceramente o artigo não importa o que importa é o NADA, NADA, morrer de/do nada, será que você pode me entender ? . Por que nem mesmo eu me entendo, só sei que mais cedo ou mais tarde a minha vida que era o NADA acabaria assim com urubus formando uma elipse, na verdade os urubus já tinham aparecido faz tempo. Só eu que não os percebi, bicando minha carne... . Até que minha carne foi perfurada por um deles e meu sangue se tornava novo, nada havia me dado uma nova vida, maldita vida, antes tive se morrido de nada, seria bem melhor para o mundo. |
nome. Here we go. Yuri, pseudônimo yuki Author's Note and TagBoard. tagboard apenas no futuro. Estou muito feliz depois de muito suor consegui modificar o blog prometo pelo menos uma postagem por mês. back in time. •outubro 2008 •outubro 2009 •novembro 2009 •dezembro 2009 •fevereiro 2010 •julho 2010 •janeiro 2011 poem Assim eu quereria meu último poema; Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais; Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas; Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume; A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos; A paixão dos suicidas que se matam sem explicação. . |